ESTE É O PADRÃO APRESENTADO SLIDE 1 TÍTULO

Vá para o Blogger Editar HTML e encontrar este texto e substituir pela sua descrição do post em destaque...

ESTE É O PADRÃO APRESENTADO SLIDE 2 TÍTULO

Vá para o Blogger Editar HTML e encontrar este texto e substituir pela sua descrição do post em destaque...

ESTE É O PADRÃO APRESENTADO SLIDE 3 TÍTULO

Vá para o Blogger Editar HTML e encontrar este texto e substituir pela sua descrição do post em destaque...

ESTE É O PADRÃO APRESENTADO SLIDE 4 TÍTULO

Vá para o Blogger Editar HTML e encontrar este texto e substituir pela sua descrição do post em destaque...

ESTE É O PADRÃO APRESENTADO SLIDE 5 TÍTULO

Vá para o Blogger Editar HTML e encontrar este texto e substituir pela sua descrição do post em destaque...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Arqueólogos encontram 'casa de bruxa' do século 17 com gato mumificado


Arqueólogos britânicos encontraram um gato mumificado em uma casa do século 17 durante um projeto de construção em Lancashire, no norte da Inglaterra. A casa foi descoberta perto de um reservatório no vilarejo de Barley. A construção tem uma sala fechada e, dentro de uma das paredes, foi encontrado o gato mumificado.

Os historiadores afirmam que a casa pode ter pertencido a uma mulher acusada de bruxaria que vivia na região no século 17 e acredita-se que o gato tenha sido emparedado vivo para proteger os moradores da casa de maus espíritos. Uma companhia de fornecimento de água, a United Utilities, levou os arqueólogos para o local, um procedimento de rotina da companhia antes de fazer obras de escavação em áreas que podem ter importância arqueológica.

"É como descobrir sua pequena Pompeia. Raramente temos a oportunidade de trabalhar em algo tão bem preservado", disse Frank Giecco, arqueólogo que descobriu a casa.
"Assim que começamos a cavar, encontramos o topo das portas e sabíamos que tínhamos em mãos algo especial", acrescentou.
A região de Lancashire teve muitos registros da presença de mulheres acusadas de bruxaria no século 17, principalmente na área de Pendle Hill, onde a casa foi encontrada. Na época, distritos inteiros em algumas partes de Lancashire relatavam ocorrências de bruxaria, contra homens e animais, gerando uma onda de acusações contra muitas pessoas. Em 1612, 20 pessoas, entre elas 16 mulheres de várias idades, foram levadas a julgamento, a maioria delas acusada de bruxaria, em um episódio que ficou conhecido na região como o 'julgamento das bruxas de Pendle'.

'Tumba de Tutancâmon'

Frank Giecco afirmou que a construção encontrada é um "microcosmo da ascensão e queda desta área, do tempo das 'bruxas de Pendle' até a era industrial. Há camadas de história bem na sua frente".
"Não é com frequência que você encontra uma casa de contos de fada completa, incluindo o gato da bruxa", disse Carl Sanders, gerente de projeto da companhia.
"A construção está em ótimas condições, você pode andar por ela e ter um sentimento real de que está espiando o passado."
"Pendle Hill tem uma verdadeira aura, é difícil não ser afetado pelo lugar", afirmou Sanders.
"Mesmo antes de descobrirmos a construção, havia muitas piadas entre os funcionários sobre vassouras e gatos pretos. A descoberta realmente nos surpreendeu", disse.
"Em termos de importância, é como descobrir a tumba do (faraó egípcio) Tutancâmon", disse Simon Entwistle, especialista nas bruxas de Pendle.
"Daqui a alguns meses teremos os 400 anos dos julgamentos das bruxas de Pendle e aqui temos uma descoberta rara e incrível, bem no coração da região das bruxas."
"Gatos aparecem muito no folclore sobre bruxas. Quem quer que tenha dado este destino horrível a este gato, certamente estava buscando proteção de espíritos malignos", acrescentou.

Fonte: BBC Brasil

Índios do Pará lançam livro para preservar sua cultura


O "avanço" da sociedade moderna tem causado sérios impactos aos povos indígenas, tomando como foco o Brasil, onde diversas tribos tem sofrido uma queda na sua população, perda de sua cultura e seus direitos tem sido deixados de lado, fazendo com que as tradições e as línguas trazidas por essas tribos beirem ao desaparecimento. Alguns estudiosos afirmam que a população indígena brasileira no século XVI estimava-se entre 2 e 4 milhões de habitantes distribuídos em mais de 1.000 povos diferentes. Segundo dados da FUNAI (2010), atualmente existem mais de 800.000 índios, distribuídos em aproximadamente 350 tribos, representando 0,4% da população do país.


Um dos principais fatores que agravam essa situação é a contínua perca de território, muitas vezes gerada pelo avanço do agronegócio, madeireiras ilegais ou políticas governamentais mal planejadas e até infundadas, como pretende ser o projeto da hidrelétrica de Belo Monte no Xingú. Com essa constante perda de território, sua cultura também acaba por ser denegrida, onde tribos acabam beirando ao desaparecimento, e assim suas práticas, únicas em todo o mundo, correm o sério risco de serem perdidas frente a esse "progresso".

Sob a ameaça de perder sua cultura e suas raízes, uma aldeia indígena produziu e publicou um livro e um vídeo que deixam marcados e registrados seus hábitos e rituais. A tribo ainda criou uma gramática da sua língua para salvá-la da extinção. O idealizador do projeto, cacique Krohokrenhum, é o líder dos Parkatejê, uma comunidade com pouco mais de 400 pessoas em um terreno de 62 mil hectares no centro do estado do Pará.

Os índios ainda falam que a tomada indevida de suas terras pelo "homem moderno" é o que vem causando essa ameaça. Além disso, o desinteresse dos mais jovens em prosseguir na tribo é crescente, o que faz com que essa cultura se restrinja a pessoas de maior idade e que dificilmente passarão adiante seus ritos. "Viver sem raízes é como uma noite sem estrelas, você se perde. Nossa cultura é o que ainda nos resta, uma maneira de preservar nossas raízes, para que estas não se percam com o tempo", diz o cacique Krohokrenhum.


Texto de Douglas Phoenix
Fonte consultada: Folha.com

"Bruxas" protestam na Romênia contra lei que proíbe práticas ocultistas




Bucareste, 12 dez (EFE).- Um grupo de 15 mulheres que se dizem bruxas tentou entrar nesta segunda-feira no Parlamento romeno para 'amaldiçoar' um deputado que protocolou um projeto de lei que visa a proibição de práticas ocultistas com fins de lucro, informou a agência de notícias 'Mediafax'. 
Munidas com cartas de tarô e recipientes com água amaldiçoada, as mulheres encontraram resistência da polícia em seu caminho rumo ao escritório do deputado Nicolae Paun, representante da minoria cigana no parlamento e iniciador do controvertido projeto.

'Se eu o molhar com esta água, ele ficará sem forças para o resto da vida', disse umas das feiticeiras ao se referir ao líquido que levava.


O projeto de lei criado por Paun prevê penas de prisão de 5 a 15 anos para as pessoas que realizarem práticas ocultistas com fins de lucro, como ler a sorte. 
'As vítimas são exploradas psíquica e financeiramente', declarou Paun, que considera a popularidade dessas práticas ocultistas entre a minoria cigana da Romênia um dos motivos de sua marginalização e atraso.

'Podemos descartar a lei se fizerem encantos para tirar a Romênia da crise', finalizou o deputado, em tom de ironia, sobre o protesto.
Fonte: G1.com

Cientistas encontram sinais da existência da 'partícula de Deus'



Pesquisadores reunidos em torno do Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) anunciaram, nesta terça-feira, avanços na busca pelo Bóson de Higgs, chamada de "partícula de Deus". A partícula é considerada o pedaço que falta na principal teoria da física de partículas - conhecida como Modelo Padrão - que descreve como partículas e forças interagem. Ela seria responsável por dar massa a todas as outras partículas.
Segundo os pesquisadores, a ciência está mais perto de confirmar a existência da partícula, considerada crucial para a compreensão da formação do Universo. Os experimentos têm sido feitos no imenso acelerador de partículas (o mais potente já construído) do Cern, laboratório da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, na Suíça.

O que é o Bóson de Higgs?

Segundo teorias da Física, Higgs é uma partícula subatômica considerada uma das matérias-primas básicas da criação do universo. Diferente dos átomos, feitos de massa, as partículas de Higgs não teriam nenhum elemento em sua composição.
Elas são importantes porque dão respaldo a uma das mais aceitas teorias acerca do universo - a do Modelo Padrão, que explica como outras partículas obtiveram massa. Segundo essa tese, o universo foi resfriado após o Big Bang, quando uma força invisível, conhecida como Campo de Higgs, formou-se junto de partículas associadas, os Bósons de Higgs, transferindo massa para outras partículas fundamentais.

Por que a massa é importante?

A massa é a resistência de um objeto às mudanças em sua velocidade. Sem o Campo de Higgs, o universo seria um local muito diferente: partículas viajariam pelo cosmos à velocidade da luz. A forma como o Campo de Higgs transfere massa a outras partículas poderia ser ilustrada com a resistência que um corpo encontra quando tenta nadar em uma piscina. O Campo de Higgs permeia o universo como a água enche uma piscina.

Como se sabe que o Higgs existe?

Até o momento, não há provas de que Higgs exista. A caça ao Higgs é uma das razões que levaram à construção do imenso acelerador de partículas Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), do Cern (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), na Suíça. A primeira vez que se falou da partícula foi em 1964, quando seis físicos, incluindo o escocês Peter Higgs, apresentou uma explicação teórica à propriedade da massa.
O Modelo Padrão é um manual de instruções para saber como funciona o cosmos, que que explica como as diferentes partículas e forças interagem. Mas a teoria sempre deixou uma lacuna - ao contrário de outras partículas fundamentais, o Higgs nunca foi observado por experimentos.

Como os cientistas buscam o Bóson de Higgs?

Ironicamente, o Modelo Padrão não prevê a existência de uma massa exata para o Higgs. Aceleradores de partículas como o LHC são utilizados para pesquisar a partícula em um intervalo de massas. O LHC esmaga dois feixes de prótons próximos à velocidade da luz, gerando outras partículas. Não é a primeira vez que se tenta caçar o bóson. A máquina LEP, que funcionou no Cern entre 1989 e 2000, fez tentativas, bem como o acelerador americano Tevatron, desligado este ano.
Esses dados ainda estão sendo analisados e podem ajudar a confirmar ou descartar a existência do bóson. O LHC, o mais potente acelerador de partículas já construído, é responsável por parte, apenas, dos experimentos em busca do Bóson de Higgs.

Quais evidências os cientistas podem encontrar?

O Bóson de Higgs é instável. Caso seja produzido a partir das bilhões de colisões no LHC, o bóson rapidamente se transformará em partículas de massa menor e mais estáveis. Serão essas partículas os indícios que os físicos poderão usar para comprovar a existência do bóson, que aparecerão como ligeiras variações em gráficos usados pelos cientistas. Portanto, a confirmação se dará a partir de uma certeza estatística.

E se o Bóson de Higgs não for encontrado?

Caso se comprove que o Bóson de Higgs não existe, a teoria do Modelo Padrão teria de ser reescrita. Isso poderia abrir caminho para novas linhas de pesquisa, que podem se tornar revolucionárias na compreensão do universo, da mesma forma que uma lacuna nas teorias da Física acabou levando ao desenvolvimento das teses da mecânica quântica, há um século.

Fonte: BBC Brasil